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Artigos









Visto: 1768 - Impresso: 51 - Enviado: 20 - Salvo em Word: 8
Postado em: 10/10/09 às 19:23:19 por: James
Categoria: Artigos
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Por que as aparições da Virgem Maria
esclarecem os últimos acontecimentos

Ana Lúcia Vasconcelos


Para os céticos gostaria de lembrar ou esclarecer que as aparições da Virgem Maria estão intimamente ligadas aos acontecimentos político-sócio-econômicos do planeta, não são fenômenos isolados, coisas de beatos, ou de fanáticos, ou de visionários loucos, como muitos poderiam pensar, mas eventos relacionados com momentos importantes da história da humanidade. Isso porque, não somos um corpo material criado do nada, somos uma alma que habita um corpo, alma esta criada à imagem e semelhança de Deus, quer queiram quer não. Ou seja, não somos apenas matéria, somos espírito que habita um corpo, somos seres criados por um Criador que, aliás, apresenta-se como Pai, que quer ser chamado de Abba, significa paizinho, literalmente, que, no entanto, dada sua Infinita Bondade não quis criar robôs, mas filhos livres e por isso nos deu o livre arbítrio.
Daí que filhos rebeldes, em vários momentos da história, os homens transgrediram as leis do amor, da fraternidade, da solidariedade. Ora, depois de suportar muitas transgressões, Deus tem se manifestado através de profetas para justamente recordar aos rebeldes que eles estão no caminho errado, que suas vidas devem mudar porque do contrário virá sobre eles um castigo, porque a lei deve ser seguida. A história mostra que estes profetas têm sido desacreditados, alguns foram apedrejados, torturados e até mesmo mortos, porque os homens, os transgressores, não querem mudar seu comportamento, mudar o rumo de suas vidas: preferem adorar “os bezerros de ouro”.

Deus manda
emissários

Misericordioso e cheio de amor, Deus manda emissários, escolhe alguns para serem seus porta-vozes, manda anjos, mandou o Filho Jesus, a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, que os homens crucificaram, mas que, no entanto chegou a realizar em poucos anos de vida: 33 anos, uma obra que perdura até hoje, através dos seus discípulos, que se encarregaram de manter viva a sua “memória”. No entanto, mesmo esses fiéis seguidores ao longo da história desvirtuaram seus ensinamentos, inverteram suas palavras, foram infiéis às suas leis. Sem perder a paciência, porque conhece que “somos pó”, Ele manda novos emissários do céu, manda sua Mãe, Maria Santíssima, a mulher cheia de pureza, a que foi dentre todos os homens, concebida sem o pecado original, a Obra Prima do Pai.
Ela vem, e reitera os pedidos de Deus Pai, de Jesus e lembra aos homens que eles estão “pecando” gravemente contra o Espírito Santo, por justamente não aceitá-lo. Estão renegando sua “filialidade divina” e acreditando em teorias que dizem ser o homem apenas um animal. E vem Maria, a divina Maria, a mulher sem mácula, a Mãe de Deus e dos homens, aquela a quem Jesus doou à humanidade como sua mãe, dizer aos homens que eles devem voltar para Deus, para o Pai, para os ensinamentos do Filho, que devem ser dóceis ao Espírito Santo, que é o consolador, o educador das almas.
“Para confundir os sábios”, Maria se apresenta em geral a crianças, jovens, mulheres simples, em geral analfabetas. Crianças que, no entanto, a partir do contato com a Virgem, se transformam em fortalezas inexpugnáveis, que dialogam com altas autoridades, sem timidez, sem medo. Adquirem aos olhos de todos, e em pouco tempo, uma fôrça que até então não se notara, enfrentando ameaças e perigos, com um destemor que, deve se dizer, não é delas, mas qualidades adquiridas na seqüência dos acontecimentos, das conversas, dos ensinamentos da Virgem, da efusão do Espírito Santo, da abertura enfim, dos seus corações ao divino, às coisas celestiais, que lamentavelmente a humanidade siquer suspeita que existe. Julga-se criada do nada, como se do nada fosse possível alguma coisa existir.

Emissários são
transformados

Uma vista d’olhos na história das aparições ao longo desses dois mil anos, nos mostra que os chamados videntes, os que vêm - ou ouvem no coração, a Virgem, os que Ela escolheu para serem seus “emissários” são transformados: freis, padres, bispos, crianças, jovens, e podemos vê-los depois como “santos” reconhecidos pela Igreja. Já dos padres, bispos, autoridades em geral, que repudiaram, não se ouve falar deles. No máximo a história registra sua omissão e lentidão em difundir os apelos do Alto, prejudicando gravemente a realização do plano de Deus e a salvação dos homens.
Ora, ao longo desses dois mil anos, não apenas a Virgem, mas Jesus e outros santos têm se revelado aos homens: humildes freiras como foi o caso de Catarina Labouré, em Paris em 1830, a quem Ela se revela como Nossa Senhora das Graças. Ou ao rico, culto e ateu, aliás, mais que isso, a um homem que nutria ódio aos cristãos, como foi o caso de Alphonse Ratisbonne; à analfabeta Bernardette Soubirous em 1858, também na França, desta vez em Lourdes, com quem a Virgem fala em patóa, dialeto local, já que o vidente siquer falava francês.
A Virgem aparece ainda a três pastores em Fátima, Portugal em 1917: Lúcia dos Santos, Francisco Marto, e Jacinta Marto, só para citar três importantes, que a humanidade conhece pelo menos de ouvir falar e que a Igreja aceita oficialmente. Isso porque a história das aparições registra milhares de manifestações da Virgem nesses dois mil anos, com prodígios e milagres em cada uma delas, e com características diferentes, mas sempre ligadas a acontecimentos vividos naquele momento histórico. Em geral para impedir um conflito, uma guerra, ou até mesmo para conferir a vitória de uma batalha aos cristãos, ou em ocasiões que o povo está para sofrer provações, em virtude do seu afastamento de Deus, como foi o caso de La Salette quando a Virgem aparece a dois pastores para alertá-los da futura fome que assolaria o vilarejo se os homens não se convertessem, e sobre acontecimentos funestos que ocorreriam para toda a humanidade se não houvesse conversão.
Sobre este tema, aparições há milhões de títulos em todos os idiomas falados no planeta. Os especialistas apontam de 600 a 800 aparições acontecendo hoje no mundo, e cerca de 2500 sites dedicados ao tema específico na Internet. Isso é para o leitor sentir a riqueza do assunto. E sua importância, você diria? Apesar de tudo, os homens, duros de coração, incrédulos, continuam a se iludir, negando a evidencia desses fatos, mas dando prioridade máxima a temas supérfluos, apenas relacionados com o componente material, relegando a segundo plano o componente espiritual de suas vidas.


Conexão entre elas
Lourdes, Fátima, Medjugorje

E ainda: as aparições não apenas ocorrem em momentos graves da história da humanidade, como mantém conexões entre elas. Estudando a relação entre duas das mais importantes, o padre Valério Alberton, SJ, descobre um outro estudioso do tema que fez justamente uma análise das ligações entre as aparições de Lourdes, na França em 1858, e a de Fátima, em Portugal, em 1917: Fullton Sheen que foi bispo de Nova York há algumas décadas. Segundo Fullton Sheen, o ano de 1858 é aquele em que, “podemos dizer, inicia-se o mundo moderno, como antítese do mundo cristão”. Neste ano ele lembra, John Stuart Mill escreve seu Ensaio Sobre a Liberdade, Darwin publica a sua Origem das Espécies, Richard Wagner escreve as suas obras onde fazia reviver o mito da superioridade da raça teutônica que originou o nazismo e a maior hecatombe da história da humanidade: a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). E finalmente, é em 1858 que Karl Marx escreve a sua Introdução a Critica da Economia Política em que defende a tese segundo a qual a economia era a fonte da vida e da cultura. Segundo Fullton Sheen, “desses quatro homens nascem as idéias que vão dominar o mundo durante quase um século: a idéia que o homem não é de origem divina, mas animal, a sua liberdade é abuso e ausência de autoridade e de lei, que privado do espírito, ele é parte integrante da matéria do cosmos e que portanto não tem necessidade de religião.
“E essas idéias pagãs, que declaram que o homem é um animal, que a liberdade é libertação da lei, que a religião é anti-humana, depressa saem dos livros, transpõem as salas de aula e explodem na violência da Guerra Mundial de 14-18”, lembra o padre Valério Alberton. E ainda que neste mesmo ano tão importante de 1858, justamente no dia 11 de fevereiro aos pés dos Pirineus, na França, na pequena aldeia de Lourdes, “a Bem Aventurada Virgem Maria aparece pela primeira vez, das dezoito que aconteceram, a uma criança aldeã, cujo nome de família era Soubirous, sendo hoje conhecida como Santa Bernardette. Isto é, apenas quatro anos após a Igreja ter definido o dogma da Imaculada Conceição, os céus se abrem e Nossa Senhora tão bela, que não podia parecer terrena, fala a Bernardette dizendo: Eu sou a Imaculada Conceição.”
Exatamente no momento em que o mundo nega a culpa original, e sem o saber, dizia que todas as pessoas nasciam sem pecado, Maria declara: “Só eu sou a Imaculada Conceição”, lembra Fulton Sheen. E ainda: “Maria vem estimular os homens a se erguerem acima da condição animal na sua suprema aspiração para Deus, e contra os que faziam degenerar a liberdade em abuso, o Eterno reafirmava que só a Verdade divina nos torna livres pela gloriosa liberdade de filhos de Deus. Contra enfim, os que proclamavam a religião como ópio do povo, ela vem libertar os homens do ópio da mentira e nobilitá-los até a gloriosa possibilidade de se tornarem herdeiros do céu”.

Rebenta a Primeira
Guerra Mundial

Mas o mundo não dá ouvidos ao alerta de Maria, ou dos céus como queiram, e rebenta a Primeira Guerra Mundial, de 1914 a 1918. Nossa Senhora intervém novamente e aparece em Fátima em 1917, sendo que das seis aparições ocorridas de 13 de maio a 13 de outubro de 1917, a mais importante, foi a de 13 de julho no terceiro ano da guerra. Depois de ter mostrado às crianças uma pavorosa visão do inferno, a Senhora diz com grande tristeza: “Viram o inferno, para onde vão os pecadores”. “Para salvar as almas, Deus quer restabelecer no mundo o culto do meu Imaculado Coração. Se as pessoas fizerem o que lhes digo, muitas almas se salvarão e encontrarão a paz”. Falando ainda da guerra acrescenta: “A guerra vai acabar. Mas se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI, começará outra pior”. Quando virem uma noite iluminada por uma luz desconhecida, saibam que é o grande sinal que Deus lhes dá, de que vai punir o mundo pelos seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre. Para impedir, virei pedir a consagração da Rússia ao meu Imaculado Coração e a comunhão reparadora nos cinco primeiros sábados. Se atenderem aos meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz. Se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja. Os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas. Por fim o meu Imaculado Coração triunfará”.


Consagração e
conversão da Rússia

“O Santo Padre me consagrará a Rússia que se converterá e será concedido ao mundo um tempo de paz”. No dia 10 de dezembro de 1925, a Virgem de Fátima, que continua se comunicando com Lúcia, depois Irmã Lúcia, indica à vidente como se deve fazer a reparação ao Imaculado Coração de Maria, que é justamente a comunhão precedida de confissão, nos cinco primeiros sábados de cada mês. O padre Alberton lembra que esta revelação dos cinco primeiros sábados de cada mês inclui a confissão, tão pedida pela Virgem em Medjugorje (ex-Iugoslávia), onde ela aparece desde 1981 até hoje, sobre a qual falaremos adiante. Como o pedido da Virgem: consagração da Rússia tivesse sido retardado e feito apenas em 31 de outubro de 1942 pelo Papa Pio XII, a guerra foi deflagrada.
Os historiadores das aparições acreditam que a guerra teria sido evitada se o pedido de conversão e reparação tivesse sido cumprido, como atesta, aliás, a carta de Lúcia enviada ao Papa em 2 de dezembro de 1940 onde ela diz: “Nosso Senhor promete, em atenção à consagração que os prelados portugueses fizeram da nação ao Imaculado Coração de Maria, uma proteção especial à nossa pátria durante a guerra e que esta proteção será a prova das graças que concederia as outras nações, se com ela, lhe tivessem sido consagradas”.
No livro A Verdadeira Vida em Deus - volume IV. pág. 366, Jesus mostra à confidente Vassula Ryden a imagem de uma mulher quase morta que, esclarece , é a Rússia. Ele promete que vai reviver o país que será, depois de convertido, aquela nação que vai dar ao mundo a maior prova de amor a Deus, um grande testemunho para a humanidade. “Tua irmã a Rússia está morta, mas o Senhor está agora perto dela e a ressuscitará; o Amor amará a não amada e ela lhe clamará: “Tu és o meu Salvador e meu Deus...” “A Rússia será o símbolo da glória de Deus, de sua misericórdia e de seu amor. O Amor a ressuscitará como o havia feito mil anos atrás.”

Igreja tem a solução
para a paz do mundo


“Que consolação ouvir esta promessa, eco fiel da Virgem em Medjugorje!”, escreve Jean Stiegler, já citado autor de Os Segredos de Dozulé. “Certo é que o povo russo possui uma alma profundamente mística e intuitiva. Frente à loucura dos homens, à loucura dos tiranos, o povo russo todo se levantará e proclamará sua fé e sua recusa de prosseguir a guerra aos militares aventureiros. Esperemos e rezemos para isso, pois tudo é condicionado e pode mudar o mal como o bem, segundo a conduta dos homens, os sacrifícios e as orações”.
E mais, ele afirma que a Igreja tem a solução para a paz no mundo, conforme Cristo revelou à Madalena Aumont em Dozulé nas aparições que começaram em março de 1972 e se prolongaram até 6 de outubro de 1978. Em todas estas, Jesus pede que se erga uma cruz de 738 metros de altura, sobre o que falaremos em detalhes na seqüência, e próximo a ela um santuário. “A humanidade não encontrará a paz enquanto não conhecer a minha mensagem e não a puser em prática. Dizei à Igreja que envie mensagens ao mundo inteiro e que se apresse em fazer elevar no lugar indicado, a Cruz Gloriosa”. Em mensagem de maio de 1974 declarou: “Todos os que vierem aqui se arrepender encontrarão a paz e a alegria. A Cruz Gloriosa ou o sinal do Filho do Homem é o anúncio da próxima volta, na Glória, de Jesus ressuscitado. Quando essa Cruz for elevada da terra, atrairei todos a mim”. E na mensagem de 5 de dezembro de 1975, Jesus disse: “ Meu Pai, cuja bondade é infinita, quer salvar a humanidade que está à beira do abismo. Por esta última mensagem é preciso preparar-vos, sabei que é no momento em que não mais acreditareis, que se cumprirá a mensagem, pois não sabeis nem o dia nem a hora em que voltarei na glória.”











sal da Terra, luz do mundo



       





Postado por: James - www.espacomaria.com.br em: 10/10/09 às 19:23:19 h.


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