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Postado em: 19/08/13 às 08:10:36 por: James
Categoria: Artigos
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A conceição virginal de Nosso Senhor Jesus Cristo no ventre de Maria é um sinal inequívoco de que verdadeiramente o Filho de Deus veio ao mundo numa humanidade como a nossa.





A Virgindade de Maria Santíssima

Desde as primeiras formulações da fé, a Igreja confessou que Nosso Senhor Jesus Cristo foi concebido unicamente pelo poder do Espírito Santo no seio da Virgem Maria, afirmando igualmente o aspecto corporal deste acontecimento: Jesus foi concebido do Espírito Santo. Os Santos Padres veem, na conceição virginal, o sinal de que foi verdadeiramente o Filho de Deus que veio ao mundo numa humanidade como a nossa:

Diz, por exemplo, Santo Inácio de Antioquia (princípio do século II):

“Vós estais firmemente convencidos, a respeito de nosso Senhor, que Ele é verdadeiramente da raça de David segundo a carne. Filho de Deus segundo a vontade e o poder de Deus; verdadeiramente nascido duma virgem [...], foi verdadeiramente crucificado por nós, na sua carne, sob Pôncio Pilatos [...] e verdadeiramente sofreu, como também verdadeiramente ressuscitou”.

As narrativas evangélicas entendem a conceição virginal como uma obra divina que ultrapassa toda a compreensão e possibilidade humanas: “O que foi gerado nela vem do Espírito Santo”, diz o anjo a São José, a respeito de Maria Imaculada, sua esposa (Mt 1, 20). A Igreja vê nisto o cumprimento da promessa divina feita através do profeta Isaías: “Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho” (Is 7, 14), segundo a tradução grega de Mt 1, 23.

 Maria Santíssima – Sempre Virgem

 

O aprofundamento da fé na maternidade virginal levou a Igreja a confessar a virgindade real e perpétua de Maria Santíssima, mesmo no parto do Filho de Deus feito homem. Com efeito, o nascimento de Cristo Nosso Senhor «não diminuiu, antes consagrou a integridade virginal» da sua Mãe Santíssima.

A isso objeta-se, por vezes, que a Escritura menciona irmãos e irmãs de Jesus. A Igreja entendeu sempre estas passagens como não designando outros filhos da Virgem Maria. Com efeito, São Tiago e São José, ‘irmãos de Jesus” (Mt 13, 55), são filhos de Maria, discípula de Nosso Senhor Jesus Cristo, designada significativamente como “a outra Maria” (Mt 28, 1). Trata-se de parentes próximos de Nosso Senhor, segundo uma expressão conhecida do Antigo Testamento.

Nosso Senhor Jesus Cristo é o filho único de Maria Imaculada. Mas a maternidade espiritual de Maria Santíssima estende-se a todos os homens batizados, que Ele veio salvar: “Ela deu à luz um Filho que Deus estabeleceu como “primogênito de muitos irmãos” (Rm 8, 29), isto é, dos fiéis para cuja geração e educação Ela coopera com amor de mãe”.

 A Maternidade Virginal de Maria Santíssima no Plano de Deus

O olhar da fé pode descobrir, em ligação com o conjunto da Revelação, as razões misteriosas pelas quais Deus quis que o seu Filho nascesse duma virgem. Tais razões dizem respeito tanto à pessoa e missão redentora de Cristo como à correspondência a esta missão por Maria Santíssima, para bem de todos os homens:

Nosso Senhor Jesus Cristo é concebido pelo Espírito Santo no seio da Virgem Maria, porque Ele é o Novo Adão: “O primeiro homem veio da terra e do pó: o segundo homem veio do céu” (1 Cor 15, 47). A humanidade de Cristo é, desde a sua conceição, cheia do Espírito Santo, porque Deus “não dá o Espírito por medida” (Jo 3, 34). É da “sua plenitude”, que Lhe é própria enquanto cabeça da humanidade resgatada que “nós recebemos graça sobre graça” (Jo 1, 16).

Nosso Senhor Jesus Cristo, o novo Adão, pela sua conceição virginal, propicia o novo nascimento dos filhos de adoção, no Espírito Santo, pela fé (Lc 1, 34). A participação na vida divina não procede “do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus” (Jo 1, 13). A recepção desta vida é virginal, porque inteiramente dada ao homem pelo Espírito Santo.

Maria Imaculada é virgem, porque a virgindade é nela o sinal da sua fé, “sem a mais leve sombra de dúvida” e da sua dedicação sem reservas à vontade de Deus.

Maria Santíssima é, ao mesmo tempo, virgem e mãe, porque é a figura e a mais perfeita realização da Igreja: “Por sua vez, a Igreja, que contempla a sua santidade e imita a sua caridade, cumprindo fielmente a vontade do Pai, torna-se também, ela própria, mãe, pela fiel recepção nos ensinamentos e preceitos de Deus: efetivamente, pelo Batismo, gera, para uma vida nova e imortal, os filhos concebidos por ação do Espírito Santo e nascidos de Deus. E também ela é virgem, pois guarda fidelidade total e pura ao seu divino esposo”.



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Postado por: James - www.espacomaria.com.br em: 19/08/13 às 08:10:36 h.


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